A droga, conhecida como supermaconha, foi identificada durante o procedimento de revista de visitantes, com o auxílio de um scanner corporal utilizado pelos policiais penais. A substância foi localizada escondida no corpo da adolescente, impedindo sua entrada na unidade prisional.
A menina estava acompanhada da mãe, que pretendia visitar o marido, detido no presídio. Após a ocorrência, a adolescente foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Regional do Oeste, onde recebeu atendimento médico.
A Polícia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados para acompanhar o caso. A mãe foi presa em flagrante e conduzida à delegacia.
O episódio reforça a importância dos procedimentos de segurança nas unidades prisionais, tanto para impedir a entrada de materiais ilícitos quanto para identificar situações de vulnerabilidade envolvendo crianças e adolescentes.

