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Crianças devem ser vacinadas contra a pólio e o sarampo

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10/08/2018 – SEXTA-FEIRA

 

A Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo, que iniciou no dia seis de agosto, segue até o dia 31. Em São Domingos, as vacinas estão disponíveis no Centro de Saúde Santa Paulina e na unidade básica de saúde do bairro Esperança.

 

Além disso, haverá um cronograma de vacinação nas unidades do interior do município. No dia 22 de agosto será no distrito da Vila Milani, no dia 23 na comunidade do Santo Antônio e dia 24 no distrito do Maratá, sempre a partir das 13h30.

 

Devem ser imunizadas, todas as crianças de um a cinco anos incompletos. Segundo a secretaria de saúde, a meta é vacinar ao menos 95% do público alvo.

 

No dia 18 de agosto, haverá o Sábado D de vacinação. Nesta data, as unidades de saúde estarão abertas das 08h às 16h30, sem fechar ao meio dia.

 

Em Santa Catarina, ao menos 322,8 mil crianças devem ser imunizadas, o que representa 95% do público alvo. São 1.102 salas de vacinação catarinenses, preparadas para vacinar as crianças que compõe a faixa etária de um a cinco anos incompletos.

 

 

SARAMPO

 

A doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, é transmitida pela fala, tosse e o espirro, e extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina. Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. Em algumas partes do mundo, a doença é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de 5 anos.

 

Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus. Atualmente, entretanto, o país enfrenta surtos de sarampo em Roraima e no Amazonas, além de casos já identificados em São Paulo, no Rio Grande do Sul, em Rondônia e no Rio de Janeiro.

 

 

PÓLIO

 

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos. A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas, e há semelhanças com infecções respiratórias – como febre e dor de garganta – e gastrointestinais – como náusea, vômito e prisão de ventre.

 

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus desenvolve a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

 

Por Keli Camiloti

 

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