Morreu nesta quinta-feira (26), aos 80 anos, o jornalista Plínio Ritter, um dos nomes mais respeitados do jornalismo político brasileiro. Com uma trajetória de 66 anos na comunicação, ele construiu uma carreira sólida marcada pela credibilidade e pela análise aprofundada dos principais acontecimentos do país.
Atuando como colunista do Hora Política e comentarista em rádio e televisão, Ritter consolidou sua imagem como uma voz experiente e influente no cenário da comunicação. Seu trabalho atravessou gerações e contribuiu significativamente para o debate público.
A história no jornalismo começou ainda na adolescência. Aos 13 anos, em 1958, iniciou sua trajetória realizando a entrega de jornais no Rio Grande do Sul. Pouco tempo depois, também passou a se envolver com atividades culturais ligadas à tradição gaúcha, participando de eventos e concursos.
Em 1961, ingressou no rádio, dando início à carreira profissional na comunicação. Entre momentos marcantes, destacou-se a narração de uma partida entre Chapecoense e Vasco da Gama, em Chapecó, episódio que reforçou sua ligação com Santa Catarina.
Ao longo das décadas, Plínio Ritter se destacou principalmente no jornalismo político, área em que se tornou referência. Como analista, acompanhou de perto os principais fatos do Brasil, contribuindo para a formação da opinião pública e influenciando gerações de profissionais.
Seu legado também ajudou a dar visibilidade nacional ao estado de Santa Catarina, fortalecendo sua presença no cenário da comunicação brasileira.

