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Moção da Alesc solicita manutenção emergencial da BR-153

Foto Divulgação Oeste Mais

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A BR-153, rodovia federal que corta o Oeste de Santa Catarina e segue em direção ao Paraná, tem chamado atenção pela precariedade de seu estado de conservação. O trecho entre Concórdia (SC) e o entroncamento com a BR-476, já em território paranaense, é considerado um dos mais críticos, apresentando diversos pontos de desgaste e trazendo riscos à segurança dos motoristas que utilizam a via diariamente.

Usuários e entidades regionais têm relatado problemas graves como buracos extensos, falta de sinalização adequada e trechos onde a pista encontra-se praticamente intransitável. A situação compromete não apenas a segurança de quem transita pelo local, mas também a competitividade da região, já que a BR-153 é um corredor estratégico para o escoamento da produção agrícola e industrial do Alto Uruguai catarinense.

Segundo a Associação Empresarial de Concórdia (Acic), que acompanha a realidade da rodovia, a deterioração é visível em vários pontos. O trecho que vai do Trevão do Irani até General Carneiro (PR) é apontado como estando em situação de calamidade pública, enquanto a continuidade até União da Vitória (PR) também apresenta más condições de trafegabilidade.

Ainda de acordo com representantes da associação, a rodovia, construída há décadas, não tem recebido a manutenção adequada ao longo dos anos, o que agravou ainda mais a situação. A falta de investimentos tem resultado em uma malha viária deteriorada, que coloca em risco tanto veículos de passeio quanto caminhões de grande porte que circulam diariamente pelo local.

A preocupação da comunidade e de setores produtivos é de que, caso não sejam tomadas medidas urgentes, o tráfego na região se torne ainda mais difícil, com aumento de acidentes e prejuízos para o transporte de cargas. Há também a possibilidade de mobilizações da sociedade civil para pressionar por melhorias mínimas e obras de recuperação.

A expectativa é de que recursos sejam destinados para intervenções emergenciais e que o trecho seja incluído em programas federais de infraestrutura, garantindo não apenas segurança aos motoristas, mas também fluidez ao trânsito e fortalecimento do desenvolvimento econômico regional.

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