Um motorista de 40 anos foi flagrado pela Polícia Militar Rodoviária (PMRv) transportando aproximadamente 4 mil maços de cigarros contrabandeados na noite desta terça-feira (19), na SC-157, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. O veículo utilizado era um Volkswagen Gol, com placas do município de Saudades (SC).
De acordo com as informações repassadas pela PMRv, uma guarnição realizava fiscalização de rotina quando deu ordem de parada ao automóvel. Durante a abordagem, os policiais perceberam sinais de irregularidade e iniciaram uma vistoria no interior do carro. No banco traseiro e no porta-malas, foi encontrada uma grande quantidade de cigarros de origem paraguaia, configurando crime de contrabando.
Após a constatação, o motorista recebeu voz de prisão e foi conduzido junto com o veículo e toda a carga para a Delegacia da Polícia Federal de Chapecó, responsável por dar continuidade à investigação do caso. A carga apreendida será contabilizada e ficará à disposição da Justiça.
O crime de contrabando é considerado grave e, conforme a legislação brasileira, pode resultar em pena de reclusão que varia de 2 a 5 anos, além de outras sanções previstas em lei. O transporte de cigarros contrabandeados causa prejuízos não apenas aos cofres públicos, pela ausência de pagamento de impostos, mas também representa risco à saúde da população, já que os produtos não passam por nenhum tipo de controle de qualidade ou fiscalização sanitária.
A apreensão chamou atenção pelo volume da carga, que estava escondida de maneira improvisada dentro do automóvel. A ação dos policiais impediu que os cigarros ilegais chegassem ao mercado consumidor, reforçando o trabalho de fiscalização constante realizado pelas forças de segurança nas rodovias do Oeste catarinense.
A Polícia Militar Rodoviária destaca que operações de combate ao contrabando e descaminho são frequentes na região, justamente pelo fato de o Oeste de Santa Catarina estar localizado em uma área estratégica, utilizada por criminosos como rota para o transporte de mercadorias ilegais oriundas do Paraguai e de outros países vizinhos.
O motorista permanece à disposição da Justiça Federal, que deverá apurar as circunstâncias do crime e aplicar as medidas cabíveis.
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