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Governador Jorginho Mello recebe ameaças de morte

Governador Jorginho Mello recebe ameaças de morte

Governador Jorginho Mello recebe ameaças de morte – foto ND Mais/divulgação

Uma ameaça de morte contra o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), mobilizou uma operação da Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (15). A investigação levou ao cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em diferentes cidades do Estado.

Jorginho Mello está em Brasília em uma sessão solene aos 50 anos da SAN (Secretaria de Articulação Nacional) e 30 anos da PGE (Procuradoria Especial).

Em entrevista ao repórter Rodrigo Abdalla, do Portal ND+ em Brasília, o governador classificou as ameaças como “uma barbaridade” e disse que se trata de pessoas sem propósito que usam a internet para espalhar intimidação.

“Um cara que nem eu, que não faz mal para ninguém…Esses grupos não têm o que fazer, ficam ameaçando as pessoas. Hoje as redes sociais permitem que se organizem para falar bobagem, quando há tanta coisa boa para fazer”, afirmou.

Jorginho afirmou confiar no trabalho da polícia. “Nossa polícia pediu autorização à Justiça para realizar as operações, recolher celulares e investigar o que tem de verdade nisso. Eu sigo trabalhando com fé em Deus, coragem e determinação, fazendo aquilo que é minha missão. A polícia vai resolver isso”, declarou.

Mensagens em um grupo de WhatsApp motivaram a operação da Polícia Civil contra suspeitos de ameaçarem de morte o governador de Santa Catarina. Na conversa, os suspeitos falaram em usar uma “faca enferrujada e suja” para matar o governador. Eles também mencionaram o uso de coquetel molotov.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, o primeiro suspeito foi identificado na última quinta-feira (11) pelo setor de inteligência da Polícia Civil. A partir disso, outros quatro envolvidos também foram localizados, formando o grupo que teria compartilhado mensagens de ameaça contra o governador.

Apesar da situação, Jorginho afirmou que não pretende reforçar sua segurança. “Eu sou um homem simples, do povo, caminho no meio das pessoas. Claro que a gente observa quando aparece alguém estranho, mas isso se dissolve. Quem fez isso já está tendo a resposta da Justiça e das forças policiais”, disse.

A Polícia Civil informou que o material apreendido será analisado para identificar a extensão da articulação dos suspeitos e se houve participação de outras pessoas. O inquérito segue em andamento.

 

Informações: ND Mais