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Empresário é preso em SC por esquema ilegal

Fotos Divulgação PCSC

Fotos Divulgação PCSC

Uma investigação da Polícia Civil iniciada no Paraná resultou na prisão de um empresário no município de Garuva, no Norte de Santa Catarina, suspeito de participar de um esquema interestadual de comercialização de produtos falsificados. A ação ocorreu na manhã desta segunda-feira (6) e é um desdobramento de uma operação iniciada ainda em 2025.

Conforme as autoridades, as investigações tiveram início em maio do ano passado, em Curitiba (PR), quando três pessoas foram presas em flagrante e uma grande quantidade de mercadorias irregulares foi apreendida. Entre os itens estavam cosméticos, roupas, alimentos e diversos produtos sem certificação.

Mesmo após as primeiras prisões, a Polícia Civil deu continuidade às apurações com o objetivo de identificar toda a cadeia de distribuição dos produtos ilegais. Durante o trabalho de inteligência, foi constatado que o esquema possuía ramificações em Santa Catarina, o que levou ao compartilhamento de informações entre as forças policiais dos dois estados.

Com base nos dados levantados, equipes da Delegacia de Repressão a Roubos de Joinville passaram a investigar a atuação do grupo em Garuva. As apurações apontaram que o esquema envolvia desde a venda direta no varejo até a distribuição de produtos falsificados.

Após a coleta de provas, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em um estabelecimento comercial ligado ao suspeito. No local, os policiais encontraram diversos itens falsificados de marcas nacionais e internacionais, além de produtos considerados impróprios para consumo ou com comercialização proibida no Brasil.

Entre os materiais apreendidos estavam perfumes, roupas, calçados e acessórios de marcas conhecidas, como Nike e Adidas.

De acordo com a Polícia Civil, o empresário deverá responder por crimes como falsificação de produtos de uso cosmético, receptação qualificada e infrações contra a ordem tributária.

O delegado responsável pelo caso destacou que a cooperação entre a Polícia Civil de Santa Catarina e do Paraná foi fundamental para a consolidação das provas e o avanço das investigações.

As autoridades seguem apurando o caso para identificar outros possíveis envolvidos e verificar se o esquema possui ramificações em outras regiões do país.

Informações ClicRDC