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Muita gente ainda não sabe, mas nesta quarta-feira, 1º de junho, é comemorado o dia que marca a Semana da Televisão em Santa Catarina. É uma data que entrou para o calendário oficial de eventos do estado. Tudo porque a Assembleia Legislativa aprovou recentemente a criação da Semana Estadual da TV e o governador sancionou a lei durante o 18º Congresso de Rádio e Televisão, realizado pela ACAERT na semana passada, em Florianópolis.

Durante a sessão plenária desta segunda-feira (30), o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), desembargador Leopoldo Augusto Brüggemann, homenageou a eleitora mais idosa de Santa Catarina, dona Tranquila Poletto Pilatti, que acaba de completar 101 anos de idade.

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) enviará cinco militares e três cães de busca e resgate para apoiar os Bombeiros Militares de Pernambuco (CBMPE) e reforçar as equipes que estão atuando em Pernambuco. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Moisés, nesta segunda-feira, 30. 

O governador Carlos Moisés participou, na noite desta quarta-feira (25), da sessão especial em comemoração dos 15 anos da emissão a Santa Catarina do Certificado de Zona Livre de Aftosa sem Vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). O status sanitário diferenciado foi fundamental para que o estado se tornasse o maior produtor e exportador de carne suína do país, além de abrir as portas para os mercados mais exigentes e competitivos do mundo.

No início do ano de 1900, a cidade do Rio de Janeiro enfrentava uma epidemia de febre amarela e peste bubônica. Para conter o avanço destas doenças, há exatos 122 anos, em 25 de maio daquele ano, o governo inaugurou o Instituto Soroterápico Federal. Começava ali a história da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Em 1908, o Instituto Soroterápico recebeu o nome de Oswaldo Cruz, em homenagem ao bacteriologista que foi o primeiro diretor científico do Instituto e que depois assumiu a direção-geral da instituição. A transformação do instituto em fundação, reunindo diversas unidades de pesquisas científicas e de produção de remédios e vacinas, ocorreu em 1970, quando um decreto estabeleceu a criação da Fundação Instituto Oswaldo Cruz.

Nos primeiros anos, os cientistas desenvolviam soros e vacinas em um pequeno prédio que ficava na fazenda de Manguinhos. Um local que na época era considerado bucólico, mas que hoje fica ao lado da Avenida Brasil, a principal via de acesso ao centro do Rio de Janeiro, por onde passam cerca de 250 mil veículos por dia.

A historiadora Simone Kropf, da Casa de Oswldo Cruz, unidade responsável pela preservação da história da Fiocruz, conta que no início do século passado a fazenda onde funcionava o Instituto Soroterápico era um local amplo e Oswaldo Cruz decidiu construir um castelo para se transformar em um símbolo da ciência. “O Castelo [Mourisco] é uma marca da instituição e da saúde pública brasileira. Ele é muito mais do que uma construção imponente. É um castelo vivo que está aberto para a sociedade”.

O Castelo Mourisco foi inaugurado em 1918. A construção tem 50 metros (m) de altura e uma arquitetura que mistura estilos, com um toque inglês nas duas torres e inspiração árabe nas paredes e janelas além de mosaicos franceses e azulejos portugueses.

Ao longo do tempo, a fundação cresceu e se expandiu. Ela está presente nas cinco regiões do Brasil, com núcleos em dez estados, além do Distrito Federal, e ainda tem parcerias com instituições científicas de 50 países e com organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente, cerca de 5 mil pessoas trabalham na Fiocruz. A funcionária Silvia Motta, de 61 anos, entrou na instituição quando tinha 23 anos de idade. Hoje, 38 anos depois, ela dirige a creche da fundação e não consegue imaginar sua vida longe da Fiocruz.

“Trabalhando na fundação eu me sinto fazendo parte do desenvolvimento do sistema brasileiro de saúde. Eu cuido dos filhos e filhas de pesquisadores que criam vacinas e remédios que são distribuídos para todo o país. O trabalho da creche ajuda quem está desenvolvendo uma pesquisa a se concentrar melhor no estudo, porque sabe que o filho está sendo bem tratado".

Este orgulho que Silvia tem de trabalhar na Fiocruz pode ser explicado em números. A fundação é a maior produtora mundial da vacina contra a febre amarela. A instituição também produz vacinas contra diversas doenças, como sarampo, caxumba, rubéola, poliomielite e covid-19, entre outras. Só no ano passado, o complexo tecnológico da fundação entregou 233 milhões de doses de vacinas ao Programa Nacional de Imunização, do Ministério da saúde.

Expansão

Nos próximos anos, o complexo de produção de vacinas de Bio-Manguinhos vai ganhar uma nova fábrica que está sendo construída em um terreno de Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O diretor de Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma, diz que este novo complexo vai ser o maior da América Latina e um dos mais modernos do mundo.

No local, poderão ser fabricados 120 milhões de frascos de vacinas por ano, o que vai aumentar a autonomia do Brasil no setor.

“Vamos incorporar novas vacinas e diminuir os custos com a importação. O complexo vai permitir colocar em práticas novos projetos que estão sendo desenvolvidos pela Fiocruz que visam combater as doenças consideradas negligenciadas, que atingem normalmente a população mais pobre.”

Além das vacinas, a Fiocruz também fabrica remédios. A produção é realizada no laboratório de Farmanguinhos, sediado no Rio de Janeiro e que é o maior fornecedor de medicamentos ao governo federal. Ele tem capacidade para produzir mais de 2,5 bilhões de comprimidos em um ano.

A coordenadora de Desenvolvimento Tecnológico de Farmanguinhos, Alessandra Esteves diz que o laboratório é estratégico para o Ministério da Saúde. A produção nacional serve para atender à demanda do Sistema Único de Saúde (SUS) e ainda impulsiona a economia.

“É muito importante o governo dominar a tecnologia e a produção dos medicamentos. Além da soberania nacional, este processo também ajuda a criar empregos. O trabalho de Farmanguinhos é fundamental para o bem-estar da população e também para o desenvolvimento econômico do país.”

A produção nacional de medicamentos e de vacinas só é possível graças ao trabalho dos pesquisadores da Fiocruz. Todos os anos, cerca 800 artigos científicos são produzidos pela instituição. Estes estudos ajudam a enfrentar doenças como aids, malária, tuberculose, hanseníase, sarampo e meningites.

A diretora do Instituto Oswaldo Cruz, Tânia Araújo, diz que estas pesquisas permitem a criação de novos remédios e vacinas, como uma que está sendo testada para combater a esquistossomose e a fasciolose. “Ao longo da história, tivemos diversas conquistas como a erradicação da varíola e a descoberta da doença de Chagas. O investimento permanente em pesquisa permite que a fundação continue oferecendo medicamentos modernos e de qualidade para a população.”

Formação profissional

A Fiocruz também atua na área de formação profissional. Atualmente, a instituição oferece 48 cursos de mestrado e de doutorado e 31 de residência nas áreas médicas de enfermagem e multiprofissional. A vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Cristiani Machado, diz que a ideia de formar novos profissionais surgiu com o próprio Oswaldo Cruz.

“Ele acreditava que apenas produzir remédios e vacinas não seria suficiente para melhorar a saúde da população. Na visão de Oswaldo Cruz, era preciso preparar os cientistas do futuro e por isso ele decidiu que a instituição também seria um centro de ensino.”

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, diz que o futuro do Brasil está relacionado com o futuro da fundação. “Esta pandemia mostrou que é fundamental investir de forma continua em ciência, tecnologia e educação. Por este motivo é muito importante o trabalho que a Fiocruz realiza de forma integrada para beneficiar a sociedade.”

Informações Agência Brasil Foto Leonardo Oliveira/Fio Cruz

As imagens a seguir mostram o grave acidente de trânsito tirou a vida de Jesse Kozechen, de 29 anos, morador de Balneário Camboriú e seu cachorro de estimação, Shurastey, nesta segunda-feira, dia 23, em Oregon, nos Estados Unidos.

De acordo com o portal Mail Tribune, o Fusca ocupado pelo rapaz e o cão bateu contra um Ford Escape SUV que seguia na pista contrária. Os ocupantes do outro veículo sofreram ferimentos leves.

Jesse viajava há 5 anos em seu Fusca 1978, com o qual percorreu mais de 85 mil quilômetros e passou por 17 países.

Todas as passagens foram registradas em suas redes sociais. Além da conta no Instagram, que acumula atualmente quase meio milhão de seguidores, o jovem também mantinha vídeos semanais em seu canal no YouTube.

A dupla estava a menos de dois dias de chegar ao Alasca, destino final da aventura. As viagens faziam parte de um projeto chamado “Shurastey or Shuraigow?” adaptação inspirada na música “Should I Stay or Should I Go” (traduzido do inglês Devo Ficar ou Devo Ir).

Nas redes sociais, familiares e diversos amigos da dupla deixaram suas mensagens de luto a Jesse e Shurastey. Entre as mensagens está a de Rubinho Barrichello, que também chegou a pilotar o Fusca de Jesse em um dos vídeos divulgados.

Informações Oeste Mais Foto Reprodução/Redes Sociais

Os chefes dos Poderes Executivos do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina destacaram ações que fizeram seus Estados atingirem bons índices de desenvolvimento econômico e social

O Brasil que dá Certo foi destaque no 18º Congresso de Rádio e Televisão da ACAERT, em painel com governadores dos três Estados do Sul. Os chefes dos Poderes Executivos do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina destacaram ações que fizeram seus Estados atingirem bons índices de desenvolvimento econômico e social, o que garante ao Sul brasileiro bons indicadores em comparação com outras regiões da federação.

O governador catarinense, Carlos Moisés da Silva falou como o Estado conseguiu se recuperar do déficit de R$ 1,2 bi e avançar para um superávit superior a R$ 1,8 bi e investir mais R$ 2 milhões em recursos próprios. O governante destacou ainda o perfil municipalista do seu Governo, o foco em infraestrutura, aplicando recursos inclusive em rodovias federais. “Esse movimento trouxe a garantia e a segurança jurídica que animou empresariado brasileiro e estrangeiro para escolher Santa Catarina como um lugar para investir. Por isso, nosso Estado cresce acima da média brasileira e gera mais postos de trabalho. Comemoramos ainda, que, durante a pandemia tivemos a menor taxa de letalidade e o menor desemprego do Brasil.”

Já o governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Júnior, lembrou que há poucos anos o Estado pagava o salário de seus servidores com atraso e parcelado, acumulava dívidas com fornecedores. Na saúde, a dívida supera a casa do R$ 1 bilhão. Reformas nas estruturas administrativas, privatizações e concessões possibilitaram uma “virada de jogo no Rio Grande do Sul, enfatizou Ranolfo. O governador gaúcho enfatizou ainda a relevância do Congresso Catarinense de Rádio e Televisão para evidenciar a importância da imprensa livre. “Isso é basilar do sistema democrático, o direito fundamental das pessoas serem informadas”.

O governador do Paraná, Carlos Massa Júnior, explicou que o planejamento, voltado especialmente para as questões de logística, transformou o Paraná na “central logística da América do Sul”, o que tem impactado na geração de empregos. O Estado registrou geração de emprego histórica em 2021, e iniciou este ano superando os números de geração de emprego no primeiro trimestre, comparado com o ano anterior. “Nesse encontro do Sul, em especial da radiodifusão, temos um momento oportuno para discutir com o setor empresarial os três Estados do Sul, que respondem por uma fatia considerável do PIB brasileiro”, finalizou Ratinho Júnior.

Semana da Televisão

No painel com os governadores do Sul, Carlos Moisés aproveitou para sancionar a lei que institui a Semana da Televisão no calendário oficial de eventos do Estado.  Pela proposta, de autoria do deputado estadual João Amin (PP), a Semana da Televisão será comemorada no período de 1º de junho, data em que ocorreu a transmissão do que se tornaria a TV Tupi, a pioneira no Brasil. 

Em 2020, a Assembleia Legislativa já havia criado a Semana Estadual do Rádio, com projeto apresentado pelo deputado Kennedy Nunes (PTB). 

A criação da Semana Estadual da Televisão visa desenvolver atividades, ações e campanhas que esclareçam sobre a importância do meio na divulgação da história, cultura, notícias, educação e entretenimento. Um incentivo para realização de palestras, debates, webinars e conferências voltadas para o meio televisivo, por meio de parcerias entre o poder público, faculdades, universidades, escolas, associações representativas da área de Comunicação.

Informações e Foto Reporter: Patrícia Gomes

O trabalho foi realizado na cidade de Santiago do Sul, visando promover o controle de pragas, tais como, mosquitos, baratas e ratos.

“A ação tem por objetivo combater diversas pragas urbanas que podem ser transmissoras de doenças. É uma medida importante para garantir a manutenção da saúde pública e tornar a cidade mais agradável. Além da dedetização, que está sendo promovida pela Administração Municipal, é importante que cada morador colabore para evitar a proliferação dessas pragas, evitando o acúmulo e depósito de lixos em locais inadequados”, destacou o Secretário de Saúde Alacir Durante.

O serviço foi sendo realizado por uma empresa especializada, contando com o acompanhamento do setor de Vigilância Sanitária e Epidemiológica.

Informações e Foto: Assessoria do Município de Santiago do Sul

A abertura do 18° Congresso Catarinense de Rádio e TV aconteceu na noite deste domingo (22)

O 18º Congresso Catarinense de Rádio e Televisão, realizado pela Acaert, abriu oficialmente na noite deste domingo, 22 de maio. A abertura oficial ocorreu logo após a palestra do  vice-presidente da República, general Hamilton Mourão. Na oportunidade, houve a  entrega de comendas e jantar de confraternização.

A Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) segue monitorando a tempestade tropical Yakecan. O fenômeno está se afastando para o oceano, o que diminui a intensidade dos ventos nas próximas horas.

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